A criança anseia crescer, o adulto almeja a infância de outrora.
A inconstância dos papeis.
Jovens para precipitações, velhos para assumir riscos.
Inocentes para compreender, sábios para aceitar.
Desvios de ideias e ideais.
O corpo sadio quer se aventurar o que o bolso vazio não pode pagar.
Na contrapartida do dinheiro sobrando para um corpo cansado jogado no sofá.
Uma incoerência louca encontrar-se em momentos certos crendo errado.
Pensar no “e se” ou “no ainda”, enquanto careceria refletir no agora.
No sopro da vida, o anseio do domínio,
De voltar atrás e ser a criança em seu tempo.
Retornar aos abusos para não cometê-los,
E durar na conquista das lutas...
Desejar o inalcançável tão cedo é uma pena.
Descobrir isso tão tarde é uma tristeza.
*Escritora e autora de quatro livros em Nova Andradina; “No seu olhar, No seu sorriso, Como está a sua Fé e Tempos que marcam”
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